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Incursões

Instância de Retemperação.

Incursões

Instância de Retemperação.

17
Mar13

missanga a pataco 80

d'oliveira

O da Beira...

 

Num esforçado comício em tom comovido e falsete o doutor António José Seguro prometeu aos seus escassos espectadores que "novamente teriam um beirão no Governo". 

Presume-se que se referia a si próprio.

Todavia, não é à naturalidade do secretário gral do PS que me quero referir mas apenas à promessa: outra vez um beirão! 

 

A idade não perdoa, e eu também não: durante mais de trinta anos da minha vida tive um beirão no Governo. Chamava-se António de Oliveira Salazar e, francamente, não guardo saudades de qualquer espécie, mesmo se as coisas parecessem andar sem sobressaltos económicos. dos outros, mais conspícuos, nem me apetece falar, mas o pºobre Seguro nem sabe como é que aquilo, com o beirão, era. 

será que no PS não há alguém que explique História recente ao Tozé? 

17
Mar13

Um país (e um Governo) à nora

José Carlos Pereira

O país encontra-se a definhar e o Governo não sabe para onde se virar. Todas as metas estabelecidas são incumpridas, todos os objectivos ficam por alcançar. Apenas o desiderato de empobrecer o país continua de pé, com o desemprego a subir para números ainda há pouco inimagináveis. 

A sétima avaliação da troika deixou à vista de todos que as previsões do omnisciente Vítor Gaspar já não convencem sequer o triunvirato de avaliadores. Decide-se prolongar os prazos e as metas do ajustamento, mas sem se saber muito bem como os vamos cumprir. Aliás, segundo a imprensa do fim-de-semana, nem os próprios ministros acreditam na bondade dos novos objectivos. E até a insuspeita Manuela Ferreira Leite dizia ontem na SIC Notícias que o alargamento de prazos de nada adiantará se a receita seguida não for alterada.

Entretanto, os indicadores revelados sobre a queda do Produto Interno Bruto e da procura interna não deixam dúvidas sobre as consequências que o processo cego de ajustamento está a trazer para o país e para os portugueses, que se vêem obrigados a correr aos bancos para levantarem as poupanças amealhadas e já começam a ter de poupar nos bens de primeira necessidade. Um país obnrigado a recuar décadas no seu modelo de desenvolvimento social e económico...

12
Mar13

au Bonheur des Dames 338

d'oliveira

 

Uma inutilidade

 

A TVI desembarcou em força na praça de S Pedro para daí emitir o seu telejornal. Um observador desatento poderia pensar que a presença de uma televisão tão importante forçaria obviamente o fumo branco. Como se os cardeais em conclave esperassem apenas a presença de Judite de Sousa para, desbarretando-se diante dela, rapidamente elegerem um dos seus.

Com Judite (nome temido pelos leitores do Livro desde os tempos de Holofernes) havia em plena praça mais dois jornalistas da mesma estação. Três a poucos metros uns dos outros? Que estranhíssima trindade!

Claro que, como golpe publicitário para a estação, a coisa pode, eventualmente, ser rendosa mesmo que do ponto de vista jornalístico o furo seja tão só um buraco. Um tanto ou quanto ridículo, outro tanto de novo-riquismo mesmo se a inveja da estação oficial e do dr Balsemão possam render alguma satisfação. Mas só isso!

É verdade que a TVI nasceu (e mal!...) como um projecto de televisão para a Igreja católica, coisa que rapidamente passou e de que quase ninguém se lembra. Agora, aquilo, mesmo com o dr Rebelo de Sousa a fazer a prédica nocturna dominical, é tão laico  como este blog.

Todavia, convenhamos, aquela gente toda em Roma, sem sequer ver o Papa, de pouco ou nada serve. Como de novo ou nada tem servido, uma gorda parte das conversas que alimentam as emissões da TVI. Vulgaridades, lugares comuns, repetições e narizes de cera. Então os  dois jornalistas (um cavalheiro Abreu e uma donzela Moita) que já lá estavam de plantão tem tido uma paupérrima intervenção mesmo com o concurso de uns “conhecedores” mais ou menos religiosos que os assessoram.

As notícias mais palpitantes foram a chuva e o afluxo de alguns romanos que entre a saída do emprego e a hora do aperitivo. É pouco mas que esperavam?

 

 

* Na imagem: S Marcelo (um dos 18 santos desse nome) papa, cerca de 308/9, o mesmo que terá criado o primeiro núcleo de cardeais. A lenda quer que ele tenha morrido pisado por cavalos mas tudo leva a crer que tal não sucedeu. Houve um Marcelo II e mesmo um Marcelino . Convenhamos que não está mal. 

 

09
Mar13

"Presidente poupa o Governo num texto sobre o segundo ano de mandato"

O meu olhar
Hoje no Publico :
No levantamento, passo a passo da sua acção, o Presidente nunca é contundente para o actual Governo, liderado por Passos Coelho, o líder do PSD, partido que já foi por si chefiado. Porém, há um ano, no prefácio ao seu VI volume dos Roteiros, Cavaco criticou a forma como o ex-primeiro-ministro do PS José Sócrates actuou perante o início da crise económica, na gestão do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) IV. Então, Cavaco acusou Sócrates de ter cometido “uma falta de lealdade institucional que ficará registada na história”.

A única referência em que de forma implícita se pode considerar que Cavaco vai além da aceitação das regras e da actuação do Governo é quando diz que é preciso pensar o país para além da intervenção da troika. "

http://www.publico.pt/politica/noticia/cavaco-responde-aos-criticos-e-defende-o-seu-papel-no-combate-a-crise-1587140
09
Mar13

Frases Que Ficam

O meu olhar
«O que surpreende são homens que não sabem nem teoria nem a história de anteriores crises e que estão plenamente convencidos do que fazer na atual, e que a sua confiança nas suas receitas não tenha sido abalada pelo facto de se terem enganado sobre tudo até agora. E, claro, o que é ainda mais surpreendente é o facto de esses homens ainda estarem ao comando»
Paul Krugman , 6 / 3 / 2013
08
Mar13

Aos idiotas que governam a Europa: a Suécia já foi pobre

O meu olhar

Hoje no JORNAL DE NEGÒCIOS:

 

08 Março 2013, por Nicolau do Vale Pais

 

Não há nada melhor para disfarçar a falta de talento do que uma "boa" mensagem.

Não há nada melhor para disfarçar a falta de talento do que uma "boa" mensagem. Ando divertido, como um cemitério, com um novo "soundbyte" que por aí gira, de forma mais ou menos oficial: o de que o Governo tem um "problema de comunicação". Supostamente, a nossa compreensão deste "problema" aliviaria a má avaliação que do Governo possamos fazer, colocando os problemas da esfera governativa na esfera comunicacional. Bom truque; mas não basta para nos aliviar das previsões de Gaspar, que é como quem diz, de mais impostos e menos economia.


Condenar um país à pobreza é um discurso idiota e muito perigoso. Portugal, em particular, vive com este estigma há décadas, edificado que foi pelo Estado Novo, que lhe juntou ainda a demagogia suprema e beata de "colar" à pobreza, a dignidade; é alarmante ver a extrema-esquerda a partilhar hoje também destas hipocrisias néscias, com laivos de sectarismo vingativo perigoso e autista. Não me alongarei muito mais sobre estas evidências que Daniel Oliveira tão conhecedoramente explanou aos líderes do Bloco de Esquerda, em carta com que acompanhava, esta semana, o seu abandono do partido.


A verdade é que dá um jeitaço fazer de conta que o país é pobre; é um salvo-conduto para a demissão de todas as elites - sociais, políticas e económicas - da tarefa de justificar a sua própria existência. Condenado o país à pobreza histórico-institucional, tudo se explica sem responsabilidades políticas, da erosão da classe média até aos eucaliptos oficializados como política florestal: um pouco de fé, alguma resiliência e muita disciplina e tudo se ultrapassa, não é verdade, amiguinhos?


É. Até porque, certinhos, só a morte e os impostos. Mas a realidade comunicacional do "temos de empobrecer" é outra; o que ela visa, acima de tudo, é disfarçar a impotência generalizada em que o continente político se deixou tombar, por um lado, e criar uma sensação de fatalidade incontornável, pelo outro. Diminuindo as possibilidades de forma artificial, fica quase natural não se saber fazer política, apesar de nunca se ter feito mais nada na vida. Já sei, quer factos, não é, caro leitor? Aqui fica um, deixo à sua imaginação e conhecimento a extrapolação que se possa fazer para outras situações: Portugal tem a maior zona marítima da União Europeia e uma das maiores do mundo. O mar contribui para o emprego em Portugal com risíveis 2,3%. Assunção Cristas anunciou, num documento que "comunica bem", uma conjunto de intenções (entre energia "offshore" e outras megalomanias) que não passará disso mesmo, a não ser que Vítor Gaspar lhe dê ouvidos; duvido. Neste momento, não interessa à finança uma economia baseada em recursos; se não, deixa de ser finança e deixa de ser poder.


No início do século XX, viviam mais Suecos em Chicago do que em Gotemburgo - sim, é uma analogia com a "2ª cidade portuguesa", Paris. Só entre 1850 e 1910, terão deixado o país cerca de um milhão de habitantes; a paisagem torna-se rural, analfabetizada e controlada pela imposição moral religiosa - continua a analogia, portanto. Depois vieram as Guerras e a Suécia virou-se para a Europa; as exportações de ferro foram reinvestidas na criação (oh, pecado utópico!) na criação do Estado Social. Vieram os investimentos estratégicos, a Social Democracia, que por lá é uma maneira de achar que cabemos todos, em vez de ser uma desculpa para lambuzar os dedos no pote público, e pôr os contribuintes a pagar a incompetência alheia. Fim de analogia.


"O objectivo principal da Cooperação Sueca para o Desenvolvimento com Moçambique (...) - começando pela perspectiva dos direitos individuais e pela perspectiva das pessoas pobres no desenvolvimento, e focalizando-se em particular na mulher e nas crianças - é reduzir a pobreza absoluta, promovendo um desenvolvimento social-democrático rápido e um amplo crescimento económico sustentável. Este objectivo será alcançado através do apoio orçamental para a redução da pobreza, e a esforços direccionados a três sectores principais; governação democrática, agricultura e energia." É o que diz o "site" da Embaixada Sueca em Maputo, sobre a estratégia político-económica de cooperação com aquela ex-colónia portuguesa.


Há que não confundir o modelo de negócio com o modelo de Estado, sob pena de se tornarem autofagicamente incompatíveis. O que é válido em Estocolmo, é válido em Lisboa, ou mesmo em Berlim: nenhuma economia prospera com um exército de pobres.

 

07
Mar13

É mau de mais!

JSC

Cavaco Silva tem sido muito criticado pela sua falta de presença na cena política. Quando tudo se degrada, o Presidente paira por ali, pelos lados de Belém, enclausurado, dizem, fixado em algo que ninguém consegue percepcionar, à espera, provavelmente, que a tormenta acalme para poder tirar partido da bonança. O problema é que aos muitos comentadores que vão criticando a sua ausência, juntou-se agora o povo, na rua, a pedir a sua intervenção, como se viu e leu nos inúmeros cartazes que lhe foram dedicados na manifestação de 2 de Março.

 

Pressionado, provavelmente, pela força crescente das manifestações, Cavaco Silva sentiu que tinha de fazer alguma coisa. Começou por dizer que trabalhava muito, que influenciava na sombra. Não chegou. Cavaco Silva vem agora anunciar que, no próximo Sábado, vai publicar um texto a explicar como deve agir um Presidente em tempos de crise.

 

É mau de mais para ser verdade. Cavaco Silva não vai falar sobre o país e sobre a política que atormenta os portugueses. Cavaco Silva vai falar sobre ele próprio, para não falar sobre o país e o que atormenta os portugueses. Em vez de agir, de tomar uma atitude, a favor ou contra as políticas que estão a ser seguidas, Cavaco Silva anuncia que vai apresentar uma metodologia que os Presidentes devem seguir em tempos de crise. Em bom rigor o Presidente vai justificar porque não tem agido. Mas justificar o quê? A quem?

 

Ao Presidente não se pede que se justifique, antes que actue. Que seja transparente na sua atuação, o que implica que se conheça o sentido da sua acção

06
Mar13

Se influencia, influencia mal

JSC

 

 

Cavaco Silva apareceu hoje a justificar porque tem andado tão calado e tão metido adentro do Palácio de Belém. Tudo porque, diz, trabalha dez a doze horas por dia. Como também não aparece aos fins-de-semana é de admitir que mesmo aos fins-de-semana esteja a trabalhar.

 

Diz, para tranquilizar o pessoal, que influencia mais decisões a partir de Belém do que se andasse por aí a falar publicamente.

 

Uma vez que todos os indicadores económicos e financeiros não param de se agravar - o PIB a cair, o Desemprego a aumentar, o roubo nos salários, o agravamento da carga fiscal, das taxas moderadoras, do preço da electricidade, a degradação do SNS e da educação pública – a conclusão óbvia a tirar é que o Presidente tem sido uma má influência para o Governo ou o Governo não acolhe os seus conselhos, o que, a ser isto, bem pode demitir o governo. Argumentos políticos não faltam. Apoio popular também não. Faltará é vontade política!

06
Mar13

diário Político 182

mcr

 

 

 

O ridículo não mata

 

Um cavalheiro, de seu nome Filipe Pinhal, ex-administrador (ou algo que o valha) do BCP na gloriosa e nunca assaz chorada época de Jardim Gonçalves (outro herói do nosso tempo) entendeu liderar a fundação de um movimento de Reformados Indignados.

Este eminente indignado entende que as alcavalas que recaem sobre a sua modesta pensão de 70.000 € são, mais do que uma ofensa, um roubo. E vai daí, pés ao caminho e toca a formar um movimento indignado de reformados (MRI) eventualmente vindos do mesmo horizonte financeiro e laboral.

Parece que esta cruzada do senhor Pinhal caiu mal a dois outros movimentos de reformados: o Murpi e a APRE.

O primeiro, na linha que se conhece, considera o MRI uma provocação! Não se entende porquê, convenhamos. Os cortes nas pensões doem a todos e os cortes grandes mesmo nas pensões enormes devem doer que se farta. Eu mesmo, que não aspiro sequer a 6% da pensão do cidadão Pinhal, sinto-me ofendido, indignado, roubado, filhadaputeado, pela gentinha que nos taxa e sobretaxa, dia sim, dia sim.

E até acharia bem que os ricos (que nunca pagam crise alguma) se juntassem aos pés-rapados, aos paisanos que somos quase todos nós, os que têm a sorte de receber mais de 1350 euros mês.

A APRE, mais cautelosa e mais inteligente, entende que o MRI não vem ajudar a luta dos reformados. É provável que tenha razão mas também a não vem ostensivamente prejudicar. No mundo em que vivemos, há organizações que embandeiram em arco sempre que um tubarão da indústria critica o Governo. Porque razão não devemos regozijar-nos quando até os tubarões das reformas estão contra os cortes nas pensões. Não será isto um modo (enviesado, certamente) de alargar a frente de combate aos das Finanças?

Eu, pessoalmente, agora que estou em vias de me transformar em novo pobre, ou em novo remediado quase pobre, compreendo a angústia de Pinhal. É que 70.000 € (quase mil e quinhentas brasas das antigas, das do bom tempo) mal dão para umas férias na neve, uma vez por ano, para as trufas (as verdadeiras e não essa merda de chocolate) para o caviar (Beluga, se faz favor) sequer para um decente presunto  belota com 36 meses de cura. E já nem falo no que teremos de deixar de beber, coitados de nós, que saudades do Chateau Petrus, do Montrachet e de outras pequenas preciosidades! Agora, fiquemo-nos pelo Barca Velha e é um pau. Nem um bom “Priorat” essa essência espanhola tão ao gosto de Manuel Vasquez Montalben. E minha, que lhe cheguei uma vez os beiços, uma vez sem exemplo, quando ainda era quase rico, classe média alta favorecida. (E confesso que uma outra vez, me regalei com um par de amigos numa orgia celestial que meteu o “petrus” já citado e o “montrachet”. Foi em Paris, há já uns vinte anos, em casa de um colecionador de vinhos que, felizmente borracho que nem um polaco,  nos franqueou  a garrafeira. Bem se deve ter arrependido quando a ressaca lhe revelou a sangria no vasilhame...)

É  que não se lhe chega com estes cortes bárbaros. 

Eu não sei o que é que o MURPI tem contra um trabalhador enérgico como terá sido o senhor Pinhal. Acaso quer ver este cavalheiro sob o fio agressivo de uma guilhotina ou num paredón peito às balas vindicativas de uma gloriosa revolução proletária, a mesma, aliás, que deu para o torto e produziu reformados ainda mais injustiçados que os murpiistas nacionais?

E, louvando, apesar de tudo, as cautelas da APRE, a que título se referem esses cavalheiros, a uma história de multas de 800.000 euros aplicadas ao senhor Pinhal por “deslizes financeiros”. Por uma vez sem exemplo, alguém teve que puxar dos carcanhóis num país em que os deslizes são incomensuravelmente maiores como sabidamente vemos com autoestradas e outras minúcias faraónicas com que fomos sendo confrontados desde há largos anos a esta parte. Oitocentos mil euros são trocos nesse oblíquo universo da negociata política impune que andamos a pagar.

E como argumento é descentrado.

Afinal, alguém no seu perfeito juízo, receia que Pinhal e os seus setenta amigos, roube protagonismo, capacidade interventiva, clamor social a associações notoriamente mais pobres mas exponencialmente mais estimadas e participadas?

Eu, quando li a do camarada Pinhal, primeiro ri-me, depois desliguei. “Ná! Desta personagem nem vale a pena falar ou escrever! Só lhe ia dar publicidade e para isso lá estão os jornais. Deixemos que um silêncio misericordioso o enterre na obscuridade  ou no ridículo...” Mas não. Os alegados proprietários da marca reformado e indignado entenderam clamar a sua ira e trazer para a luz forte da opinião pública  a ridicularia de um Pinhal que nem sequer tem a utilidade do de Leiria...

 

Estava este texto escrito (mas não publicado) há horas quando as televisões apareceram acotovelando-se à volta do senhor Pinhal e de um outro cavalheiro que se chamará, julgo, Afonso Diz. E viu-se uns indignados comissários políticos a acabrunhar o dito Pinhal, cortando-lhe o parlapié e cominando-o aos fogos da inquisição popular. Depois Diz disse que ele também era um pobre diabo a quem, numa pensão de 3000 euros, tinham ido buscar 800! Arre, que não foi exactamente um refresco!

De todo o modo: enquanto o pópulo se entretém com estes faits divers, a escandaleira gorda vai-se escafedendo silenciosa e intocada.    Caímos que nem uns parrecos nesta conversa ao lado...

E há costas bem largas e merecedoras que folgam!...

 

* na ilustração: máscara Bozo (gazela ou antílope)

 

d'Oliveira fecit