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Incursões

Instância de Retemperação.

Incursões

Instância de Retemperação.

30
Jul07

Não parece, mas ainda ando por aqui

J.M. Coutinho Ribeiro
Pois não é verdade, meu caro MCR, que tenha ido por aí, clandestino, à espera que ninguém me perturbe com a sua visita que, sendo de quem é, seria sempre bem-vinda, porque eu gosto de todos os que daqui poderiam visitar-me. Clandestino, sim, mas ainda pelo Porto, ou, melhor dizendo, entre o Porto e Gaia, ainda que nos últimos dias com umas incursões pelo Marco e por Viana, onde, Sábado passado, voltei a estar repimpado no já famoso sarau do pintor Pinto Meira. Eu recordo: precisamente no mesmo sítio onde, há dois anos, estive a debitar umas banalidades sobre arte, no que constituiu um dos dramas maiores da minha vida ignorante, mas do qual saí incólume, o que vale mais ou menos o mesmo que dizer que lá consegui safar a coisa. Pelo menos, ninguém se lembrará muito bem das asneiras, tanto que este ano ninguém me cobrou nada e foram todos muito simpáticos. Fiquei de voltar no próximo ano. Logo se vê.
Entretanto, por cá, a vida corre os seus termos. Não muito diferente de qualquer coisa que já não saibam. Preparo-me para seguir para Sul, já não talvez amanhã, como me tinha proposto, mas não passa de quarta-feira, que estou farto de andar por aqui e preciso de me afastar por uns dias, nem que seja para poder pensar melhor no que é preciso fazer por aqui, que é muito e tem pressa.
Volto lá para meio do mês. Não sei bem, ainda. Depois disso, andarei por onde andar. Por essa altura, presumo que mais andadeiro nestas coisas de ir escrevendo. Porque, veja bem, caríssimo MCR, tenho andado um verdadeiro pastelão. Não só aqui, como facilmente se verá numa breve espreitadela aos demais sítios por onde ando. A gente, às vezes, cansa-se, não é? Mas, depois, passa. Esperemos, pois, que passe. Enquanto isso, um abraço para todos.

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