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Incursões

Instância de Retemperação.

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27
Set08

O leitor (im)penitente 39

d'oliveira
Olá Vanessa! Olá Djick!

Ora escutem que isto é uma fervurinha. In illo tempore, pelas coimbras de lavados ares, conheci um cabo-verdiano, aliás conheci um pancadão deles mas este é que interessa, que tocava viola como um serafim, se é que os serafins tocam mais instrumentos do que os preceituados numa Bíblia que esqueci depressa.
Anos mais tarde, muitos anos, há que dize-lo, reencontrei o Djick (havia de escrever Dick mas quis grafar a pronúncia do nome ou alcunha com que o brindavam) em casa da minha prima Lena. O motivo era simples: uma filha do Djick casava-se em breve com um filho de outra prima minha, o Ricardo.
Jantámos bem, que a Lena não deixa os seus créditos em mãos alheias, falámos um par de horas e até hoje. O Djick já é avô, e eu tenho um primo filho e neto de primos que nunca vi. Como nunca vi a mãe, a Vanessa, mulher do Ricardo.
E a que vem isto tudo?, perguntará a leitora gentil. Pois vem por que, hoje, outra prima (arre que o gajo está afogado em primas…, reponta o do costume. Estou sim senhor, replico. da primeira geração, das chamadas primas direitas, são dez e com as filhas já vai num quarteirão.), a já aquí mencionada Maria Manuel, me mandou um texto da Vanessa. O texto está aí a seguir e é, a meus olhos, excelente. Rapinei-o de uma coisa chamada PNET (literatura) esperando que seja boa gente e não me venham pedir contas.
Leiam a Vanessa (Vanessa de Oliveira Godinho) e digam-me lá se não é um regalo.
Um abraço, Djick! Um beijo, Vanessa!




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