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Incursões

Instância de Retemperação.

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21
Dez11

O "bom" professor ausente

José Carlos Pereira

O professor do 1º ciclo do ensino básico Mário Nogueira, actual secretário-geral da Fenprof, está há 21 anos destacado no seu sindicato e afastado da actividade docente. Ainda assim é avaliado como “bom” professor pelos seus pares. Diz ele que foi "avaliado com base num relatório de toda a actividade desempenhada na Fenprof, acções de formação que realizei, conferências e congressos em que participei, artigos que escrevi na comunicação social, tudo".

Ora bem, já que não ensina, alguma coisa haveria de o avaliar como professor, mesmo se já não se deve lembrar do que é pôr os pés numa sala de aula. E teve a nota limite para não ter de concorrer com os colegas e ter de se sujeitar a fazer um trabalho, o que seria uma chatice. Tudo legal e o afastamento de 21 anos da sua profissão também não o impediu de chegar ao topo da carreira docente.

Mais palavras para quê?!

02
Fev09

Uma nova cultura de solidariedade perante a crise actual

mochoatento
No dia 31 de Janeiro, Bento XVI recebeu na Sala Clementina, no Vaticano, os dirigentes da Confederação Italiana Sindical dos Trabalhadores.
De acordo com a informação dos Serviços do Vaticano, o Papa recordou que nos cem anos da publicação da "Rerum Novarum", João Paulo II escreveu a encíclica "Centesimus Annus" (1991) e dez anos antes, em 1981, na encíclica "Laborem Exercens", dedicada ao trabalho, ele destacou "o papel e a importância estratégica dos sindicatos, definida" um elemento indispensável da vida social, especialmente nas modernas sociedades industrializadas. "
O Santo Padre assinalou que "no ensino dos papas do século XX, há um outro elemento, que é frequentemente enfatizado: o apelo à solidariedade e responsabilidade. Para superar a crise económica e social que se vive, sabemos que é necessário superar os interesses particulares e sectoriais, para enfrentar em conjunto os desafios em todas as áreas da sociedade, especialmente no mundo do trabalho. Isto é mais urgente do que nunca, as dificuldades que sobrecarregam o mundo do trabalho exigem uma mais eficaz e estreita concertação entre os múltiplos e diversos componentes da sociedade. "
"Espero que da actual crise global surja a vontade comum de criar uma nova cultura de solidariedade e de participação responsável, condições indispensáveis para construir juntos o futuro do nosso planeta."
O Papa concluiu expressando a esperança de que o sexagésimo aniversário da fundação da CISL "seja um motivo para renovar o entusiasmo do início e para redescobrir o seu carisma mais original. O mundo precisa de pessoas que se dediquem à causa do trabalho, respeitando plenamente a dignidade humana e o bem comum."