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Incursões

Instância de Retemperação.

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estes dias que passam 1024

d'oliveira, 07.11.25

Com camartads destes Seguro não precisa de inimigos

mcr,  6-11-25

 

Eu nadatenho a ver com o P,excepto o facto de o ter votado quase sempre.Ou melhor, quando não votei PS votei em branco pois sou daqueles que se recusa (sej apor que razão for) a falhar qualquer eleição.

Em boa verdade, há muitos anos, ainda estomagado pela deriva tonta e ultra esquerdidista do MES,  aceitei ao fim de alguns anos filiar-me no PS.

Durou pouco este arroubo . em primeiro lugar descobri que aquilo era uma espécie de carnaval político onde valia uase tudo. Não me posso queixar de nada excepto de algum desvario das crituras que na altura tinham a responsabilidade de levar o partido de novo ao poder. Nãosó não levaram como, contra todos os avisos emteneram apoiar uma estupidez que consistiu em tentar derrubar uma maioriarelativa de Cavaco Silva. O resultado foi elequenta dus extridentes maioria absolutas do PSD. 

Achei quenão valia a pena continuar como militante e saí sem causar escândalo deixando de pagar quotas. 

Anos, muitos, depois ainda estive nos Estados Gerais. Guterres lá foi para o Governo  e depois foi o que se viu. Nunca consegui perceber a história do”pantano”, a consequente demissão  e todas as toliçadas que levaram à queda do governo, posteriormente a uma demissão de Ferro Rofrigues que, em boa verdade mais parecia uma birra  contra Sampaio, o efemero governo de Santana Lopes e finalmente  a chegada de Sócrates. e.Com Sócrates deixei de votar PS. Aquilo era demasiado para mim. 

Depois do  período PassosCoelho, assisti já sem especial entusiasmo ao regresso do PS à conversão de uma errota em vitória graças à Jerónimo de sousa  verdadeiro inventor da geringonça  e ao lento mas constante descentramento o PS. Até chegar Montenegro. 

Agora, estamos já em pré campanha presidencial e Seguro entendeu candidatar-se. Delarei imediatamente o meu apoio mesmo pensanfo que sóó um gordo milagre de fatima ou, pelo menos, da Santinha da Ladeira, lhe dará a vitória

Verifiquei que depois de vários desastres do ps, incluindo, a perda do 2º lugar a favor do Chega, que alguns dos mais destacados militantes do PS, resolveram preferir outros candidatos entre eles uma senhora ex-ministra da saúde que foi cabeça de lista às europeias e o habitual derrota  do nas autárquasic portuenses  uma mediocridade que pela terceira vez se viu recusado pelos eleitores .

Eis estas duas criaturas a correrem para os braços do almirante  para não apoiarem um socialista digno, honrado, com passado político limpo e um irrepreensível e discreto porte durante o governo de Costa.  

Mais haverá que ,sem dizer água vai, irão pela calada votar sabe-se lá em quem mas nunca em Seguro (se porventura este ganhar, sairão do silêncio em que se encolheram para subitamente virem dizer “também eu, também eu...” 

Eu bem sei que uma eleição presidencial não é uma legislativa mas quando se anda na alta roda do paatido alguma coerência se impõe. Foi o partido que os atirou para a frente, seria razoável que, mesmo sem estimarem especialmente Seguro , o apoiassem. Ou pelo menos que não declarassem o apoio a um adversáio . De resto, o voto do PS “du bout des levres” em Seguro já mostra como é que o desvario e a falta de convicção ideológica  reinam naquele parido. 

Asanha anti Seguro vem de longe e andámos um latgo par de Mrneses a ver alguns “elefantes” do Partido a fazer laboriosas contas para se meterem no combate pela candidatura. Recuaram todos, ao perceberem que mesmo dentro do PS a militância de base torce por Seguro e que a malta de fora mais que desconfiadessas luminárias.

Ao seclarar o meu apoio a Seguro (criatura que não conheço e com que provavelmente nunca me cruzarei, avisei que uma vez mais estava dispoto a perder uma eleiçãoo mas jamais  atraiçoar a minha pobre e pecadora alma 

Aliás, no que toca a presidenciais ganhei cinco vezes, Samaioe e aores duas vezes e Eanes uma e perdi quatroCavaco e Marcelo. Se perder a próxima fico empatado e começa a ser pouco provável que ainda assista a mais alguma. Os anos pesam e bem mais de metade da minha geração já cá não anda. 

É também por eles que vou deitar o papelinho por Seguro.