estes dias que passam 1026
Com s borda debaixo de água
Mcr, 6-12-25
Umainterira semana! Arre que é demoais! Durante uma inteira semana arrastei-me por aqui como se fora um zombie.
Dores por todo o corpo, fotofobia, tosse, somnolência, perda total deapetite, Um desastre.
Uma gripe sacaníssima atacou-me à meiavolta, domingopassado e deixou-me de rastos. Só me lembraca de uma palavra para me definir: patidifuso!
Patidifuso, de onde ne vinha o raio do palavrao que acudua em relâmpagos de cada vez que a tosse me dobreva ao meio e me punha o diafragama a dar horas (as últimas?)
Sou um bom leitor em três ou quatro línguas, entretive-me mesmo em épocas passada a traduzir livros (r foho entreter porque apesar do traduçãoo ser normalmente o maior custo do livreo trafuzifo, é mal paga.
Os editores, muitas vezes com razão desconfiam da ciencua linguística do tradutor (e boas razões tem -ou tinam- para isso) e correm por aí histórias absurdas de traduções que debiam levar os swus autores ao pelourinho para publico e eficaz qcoite vergonhoso.
Por várias veses os meus editores me peditam que fizesse uma breve revisão dás aleivosias perpetradas por amadores ignorantes sobretudo de rapazolas e raparigilas que se atiravam ao espanhol e ao francês.
A última em data apanhei-a num livro de Andres Treapielo num livrinho ue pretende narrar os passaos da gens quixotesca depois da mortr do fifalgo.
A questão era tão só traduzir a palavra sapatilla (chnelo) ,Como os falsos amigos são traiodores o /a tradutor/a nem se deu conta e vai daí yarduziu sapattilla por sapatilha e aí vai disto. E lá ficamos com a imagem pungente de umas sapatinham mais puídas o que até nem ficava mal ao pobre cavaleiro.
Eu mesmo uma vez depois de tre 13 bwzes traduzido vaso de água por copo de água, não me contive e à 14` la saltou um vaso de água.
Nem o revisor deu conta!
Portanto, patidifuso. A palavra significa aturdido, assombrado e eu nem uma nem outra coisa. Estava apatetado, arrombado, quase comatoso, nariz pingão, corpo mais dorido do que o do mártir S Sabastião a dobrr-me de dor de cada vez que me vinha uma tosse canalha mais seca que moçhada.
Nos dois primeiros dias rerei bebido um copo de leite que a simples ieia de comer fosseo que fosse me arrepiava.
Era este género de dores que eu desejava ardentemente à gentuça anti vacina.
Em boa verdade, conseguia ver-me a mim própria como uma desssas lanchas rápidas que razam o oceano quae sem se verem com a cara a fazer a borda razar a água.
Pelos vistos, os americanos à falta de se poderem meter com a China, resolveram mandar para as Casaíbas um bracalhão enorme swguido de uma infinifdade de outrs meos aparatoss para castigar o tiranete da Venezuela que entretanto se desmultiplica em protestos de paz.
Pessaolmente custa-me cerr qie o homemzinho seja o chefe dos chefes da droga sul ameivana que, aliás tem outroas origens mas o guerreiro Trump quer mostrar que é ele o xerife e que quer, pode e manda.
Na pátria madrasta sucedem-se as sidcussões eleitorais como se os candidatos a PR se imaginassem candidatos a primeiro ministro. .
Para além da cacafonis temos que no PS as elitres (pu os que se presumem como tal, est\ao capazes de votar no capitão Marvel ou cavalo brando de D Leonor Teles só para não verem Seguro en Belém.
Alguns autoproclamados comentadores acham que nem o PS nem o pSD recorreram aos seuscandidatos “naturais”. Pelos vistos, Passos Coelho, que andou perdido no mevoeiro sebstianico, é um candidato natural. Será? Tenho as maiores dúvidas. Quanto ao PS o papel cae em Costa que como se viu anda longe, pela europa, contente e pouco desposto ao sacrgício supremo.
Do que sobra, Ventura incluodo é o que vê. Ainda o vamos ver na primeira fila da manifestaçãoo da greve geral que aquilo é um homem para todas as estações
Ou seja, a semana correu sem sobressalto e não se prevem mais novidades do que o frio, a chuva e as hsbituais proclamações de vitória partidária.
Depois abre-se a trgua do Natal se é que a black friday já passou
A pátria move-se (ou pelo menos é o que parece....)
Resta saber se com s norda abixo ou acima da água