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Incursões

Instância de Retemperação.

Incursões

Instância de Retemperação.

Formação e emprego no Tâmega e Sousa

José Carlos Pereira, 09.07.21

A convite do jornal "A Verdade", moderei na noite de ontem um debate online subordinado ao tema "Formação e emprego no Tâmega e Sousa", com a presença da Delegada Regional do Norte do Instituto de Emprego e Formação Profissional, da vice-presidente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico do Porto e de um empresário de referência nos sectores estratégicos do têxtil e vestuário e do vinho.

Que rumo para a informação do Porto Canal?

José Carlos Pereira, 30.06.21

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A informação do Porto Canal conheceu algumas alterações desde o início do ano, após a saída de Júlio Magalhães do cargo de director-geral. Segundo veio a público, o FC Porto pretenderia que o canal se aproximasse mais do clube, perdendo algum pendor generalista, e isso terá sido uma das razões para a saída de Júlio Magalhães.

A verdade é que com o novo director de informação, Tiago Girão, o Porto Canal tem investido em posições editoriais que seguem uma via populista, persecutória e que, a meu ver, não dignificam o canal. As recentes notas editoriais centradas na escolha de Pedro Adão e Silva para comissário das comemorações do 25 de Abril e na organização e procedimentos da Câmara de Lisboa, a propósito da partilha de dados com embaixadas, podem ter gerado muitos likes acirrados nas redes sociais daqueles que gostariam de ver "Lisboa a arder", mas não creio que contribuam para a afirmação de um canal generalista de informação, sério, rigoroso, com base no Porto e na Região Norte.

Essas notas editoriais direccionadas para os, não por acaso, benfiquistas Pedro Adão e Silva e Fernando Medina, além de não trazerem novidades e adoptarem um triste tom persecutório, acabaram por omitir factos importantes mas que não contribuíam para a narrativa que se pretendeu construir. Fazem parte de um tipo de jornalismo (?) opinativo e inflamado, que busca a popularidade fácil, mas não fazia nenhuma falta ao Porto Canal.

Enquanto associado do FC Porto, logo um modestíssimo stakeholder do Porto Canal, gostaria que o canal do meu clube continuasse a dar voz aos empreendedores, cientistas, académicos, agentes culturais, figuras do desporto e responsáveis políticos do Porto e da Região Norte, projectando desse modo os valores e os bons exemplos da região para todo o país. Estaria com isso a assumir um papel inestimável. E se a direcção de informação quiser continuar a envolver-se no debate político que o faça de modo equilibrado, imparcial, centrando atenções e abrindo a antena aos responsáveis das diferentes forças políticas, como se quer num canal isento e independente politicamente, sem pesar quais são as simpatias clubísticas deste ou daquele. Isso nada deve contar para a análise e crítica jornalística.

Portugal reforça posição no investimento directo estrangeiro

José Carlos Pereira, 21.06.21

Portugal alcançou o 10º lugar como país de destino mais atractivo para o investimento directo estrangeiro (IDE), em número de projectos, meta que satisfaz particularmente todos os que estão envolvidos em processos de captação de investimento.

Embora 2020 tenha registado em Portugal um menor número de projectos concluídos face ao ano anterior, situação que curiosamente não se verificou na Região Norte, a posição comparativa do nosso país colocou-o no top 10 das economias mais atractivas para o IDE.

Economia no Tâmega e Sousa

José Carlos Pereira, 10.06.21

A convite do jornal "A Verdade", moderei na noite de ontem um debate online subordinado ao tema "Economia no Tâmega e Sousa", com a presença de dois empresários de referência dos sectores estratégicos da metalomecânica e do calçado e do director do Núcleo de Amarante do CENFIM - Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica.

Produção industrial ameaçada

José Carlos Pereira, 31.05.21

A escassez e o brutal aumento do custo de várias matérias-primas começam a preocupar seriamente a indústria nacional, que em muitos casos também se depara com dificuldades logísticas no transporte marítimo, cujo preço cresceu de forma impensável há pouco tempo.

A falta de matéria-prima e de componentes pode inclusivamente obrigar vários sectores industriais a pararem linhas de produção, como já sucedeu com alguns fabricantes de automóveis. A Europa vê-se, mais uma vez, dependente de estratégias alheias.

Marco de Canaveses debate "Os Caminhos do Caminho"

José Carlos Pereira, 14.05.21

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Têm hoje início, em Marco de Canaveses, umas jornadas subordinadas ao tema "Os Caminhos do Caminho - Viagens em torno dos sentidos do Caminho de Santiago", que se prolongarão até final de Junho. História, literatura, filosofia, arquitectura, música, cinema, serão algumas das artes e áreas do conhecimento a animar o debate sobre o contexto e as experiências vividas em torno dos Caminhos de Santiago.

A convite dos organizadores, intervirei na conferência que se realiza amanhã, na qual procurarei analisar sobretudo o impacto desta realidade na economia local e no desenvolvimento do território, retirando alguns ensinamentos que podem servir como orientação para estratégias de desenvolvimento centradas no património cultural e natural.

 

Máscara é coisa que não me assiste

José Carlos Pereira, 07.05.21

Com a pandemia, a máscara passou a ser um acessório essencial na via pública. Mas é algo que uso sempre incomodado e contrariado. Não fomos feitos para andar de cara e boca fechadas. Recuso-me a tirar fotografias de máscara porque não quero alimentar recordações de uma época em que proliferam caras tapadas, escondidas e tristes. Não me verão facilmente em iniciativas lúdicas em que tenha de usar máscara porque essa não é a forma natural de tirar prazer de um concerto, de um espectáculo ou de um jogo de futebol. Não quero que a máscara seja a nova normalidade. Aceito a imposição legal e sanitária, mas não contribuo para "normalizar" a máscara.

Um trabalho revelado pelo "Público" comprova que somos bem diferentes com a liberdade do riso, do gesto e da palavra sem filtro.

Economia portuguesa em recuperação

José Carlos Pereira, 07.05.21

Quem lida de perto com o mundo empresarial, designadamente com o sector industrial, sabe que foram muitas as empresas que souberam adaptar-se e conseguiram fazer crescer os seus negócios em 2020. E o ano de 2021 assistirá previsivelmente a um novo ciclo de expansão da actividade industrial.

Não estranho, por isso, que o Banco de Portugal confirmasse ontem que o indicador diário de actividade económica (DEI) apurado na última semana revela uma tendência de crescimento em relação a 2020 e sobretudo face ao período homólogo de 2019, antes da pandemia.